terça-feira, 6 de setembro de 2011

Poema - Sopro

Doce sopro,
Quente como o eco de um sonho,
Esquecido pela noite,
Banido de meu destino pelo tempo,
Como um perdedor em jogos de azar,
Continuo minha sorte a procurar,
Que condição estranha a minha,
Oh,
A encontrei

Um comentário:

  1. rsrs
    E vê se guarda direito dessa vez pra não perder de novo! kkk
    Isso me lembrou "Between Two Lungs" da Florence + the Machine =)

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