quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Poema - O céu

Engraçado como o céu não tem estrelas quando estou longe de você,
A Lua some na escuridão do espaço,
E eu me perco na imensidão do Universo.
Diverso,
Disperso,
Absorto,
Meio morto,
Com o coração parado,
Estagnado,
Sem respirar,
Onde está você agora,
Com seus beijos para me salvar?

sábado, 12 de novembro de 2011

Aviso

Olá pessoal! como todos sabem os bardos passam bastante tempo nas ruas tocando e cantando para o povo, agradando a reis com suas músicas e conseguindo algum ouro ou prata...

Bem, agora eu vou voltar a postar, consegui meu ouro e minha prata, agradei a reis e lordes de alto nascimento, minhas músicas voaram como o uma brisa de verão em um campo aberto...
O pessoal do Graal RJ gostou muito...rsrs...Postarei uma foto minha também e vocês poderam me ver :)

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Poema - Pesadelo

A árvore da vida se põe imponente a minha frente,
Me observa com mil olhos sedentos por saber,
Mãos negras e gélidas me agarram,
De modo sombrio e irônico a morte põe-se a rir,
Medo da luz fez-me estar aqui,
Não,
Reclamar irei,
Pois meu amor encontrei,
Volto a vida,
Acordando do pesadelo,
Quando vejo,
É só mais uma noite sem ti...

Poema - Sopro

Doce sopro,
Quente como o eco de um sonho,
Esquecido pela noite,
Banido de meu destino pelo tempo,
Como um perdedor em jogos de azar,
Continuo minha sorte a procurar,
Que condição estranha a minha,
Oh,
A encontrei

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Poema - O orgulho

O orgulho em meu peito não cessará,
Posso chegar a lugares terríveis sem pensar,
Meu pior defeito, minha melhor qualidade,
Isto é orgulho e não vaidade,
Meu pior defeito, minha melhor qualidade.

sábado, 20 de agosto de 2011

Poema - Cidade

Corro o quanto posso,
Não chego a lugar algum,
Cidades de pedras desunidas,
Unidas por amor nenhum,
Torres altras me encaram como se eu fosse um desjejum,
Agora procuro a ti,
A garota mais maravilhosa que jamais encontrei,
Nunca te encontrei,
Mas sempre amar-te-ei...

terça-feira, 21 de junho de 2011

Poema - Ela

Tens cabelos negros como a noite,
E um sorriso que ilumina a escuridão,
Olhos cativantes até demais,
E eu ainda sou um jovem rapaz,
Mas velho demais para perceber,
O quanto eu amo você,
A pele macia como veludo,
Lábios de tão macios e suaves que,
Parecem de algodão,
Beleza e formosura reunidas,
Pelo melhor tecelão,
Coração que continua a palpitar,
Como estou a te amar,
E continuo com um sorriso meio bobo,
Com medo de te perder,
Pois se isso acontecer,
Nem sei o que iria fazer...

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Um vídeo...

Eu achei esse vídeo na internet, ele é realmente interessante e não vou negar, foi a coisa mais linda que eu já vi nos últimos dias, ou até nos últimos anos, e por quantas vezes isso vai acontecer?

Além de um animal demonstrar paixão pelo outro, mostra também que animais tem emoções e elas são tão humanas quanto as nossas, mas e as pessoas que não gostam de animais?
Bem, pelo menos peço que respeitem eles e vejam esse vídeo, talvez vocês mudem de idéia sobre os animais...

Aqui está o vídeo:

Eu realmente recomendo, e quem tem coração fraco, não veja, pois as lágrimas sairão de seus olhos como a água desse de uma cachoeira...Eu sei disso porque aconteceu isso comigo...

Bem, o meu próximo poema ainda está pra sair, na verdade ele está pronto e vai sair essa semana ainda..
Atenciosamente, Avaric

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Poema - Palavras

Destino cruel que me separa das palavras,
Queria ser uma linha ou letra rabiscada,
Uma frase de amor, daquelas sem nenhum pudor,
E assim que você me lesse, saberia de meu amor,
Se eu sou um poeta eu não sei,
Mas um homem apaixonado ei eu de saber,
E quando a saudades de você lá no fundo bater,
Eu sabereis que esta a me ler...
Por que agora sou um livro de romance,
Sem rodeios e nem nuances,
E por mais que o vento sopre as folhas em um suave balance,
Eu serei sempre a frase onde você se perdeu porque ler de pressa te deixou em transe,
E tudo o que eu te pedi foi uma chance,
De me ler e tentar entender,
Que eu sou apenas um livro de romance...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Poema - Suicídio

Eu olho o meu sangue e vejo um vermelho carmesim,
Eu penso em mim,
Adiante assim,
De um sofrimento sem fim,
Dou uma ultima olhada em meu jardim de sons,
Ponho um final infeliz na minha história,
Um final trágico e sem pudor,
Onde há apenas um final,
O Suicídio...

Poema - Distante

O amor existe mesmo?
Me pergunto isso todos os dias quando estou longe de ti,
Te amo muito,
E mesmo estando longe,
Ainda te amo como da primeira vez que te vi,
Os pássaros cruzam os céus,
Levando meu amor embora,
Para bem distante de mim,
Meu amor voou,
Cruzando os céus,
A procura da solidão,
Procuro, procuro e não acho...
Acho que ela se foi...

Poema - Folhas

As folhas caem das árvores,
Os pássaros cantam,
As crianças brincam,
Os enamorados fazem planos para o futuro,
Futuro incerto,
Tristeza certa,
Vida morta,
As coisas são tão tristes,
O mundo é tão triste...
A unica certeza de verdade,
É que a felicidade dura pouco...

Poema - Mar

Quando olho para o mar,
Penso no seu olhar,
Nos dias em que nós passamos juntos,
Os dias que você me fez sofrer...
Mergulho perdidamente em minhas emoções,
Olho para os lados no fundo da escuridão,
Não vejo nada,
Não sinto nada,
Não ouço nada,
Só a água fria, negra ao meu redor,
Me puxando cada vez mais...
Me afogando cada vez mais...

Crônicas Saxônicas

As Crônicas Saxônicas são uma série escrita por Bernard Cornwell, e que até agora possuem apenas 5 livros, por mais que possa doer no bolso, cada livro custa em média R$ 30, mas a fantasia, a liberdade da imaginação e os conhecimentos históricos.


"Eu tivera uma infância perfeita, pelo menos para as idéias de um garoto. Havia sido criado entre os homens, era livre e vivia solto, não era restringido por nenhuma lei, não era incomodado por padres e era encorajado a violência."


Uhtred nasceu na aristocracia do reino da Nortúmbria. Órfão aos 10 anos, o menino é capturado pelos dinamarqueses, que lhe ensinam o modo de vida viking. Só que o destino de Uhtred está inevitavelmente ligado a Alfredo, rei de Wessex, governante do único reino inglês a não se dobrar perante a fúria dos guerreiros do norte.


A luta ferrenha entre ingleses e dinamarqueses e o embate entre o cristianismo e paganismo compõe o cenário desta obra-prima de Bernard Cornwell. Aos 11 anos, Uhtred está em dúvida quanto à sua lealdade, mas uma matança em uma fria manhã de inverno o leva para o lado inglês, que a essa altura se encontra totalmente dominado pelos destemidos dinamarqueses.


Opinião por Avaric:


O livro diz simplesmente isso sobre ele mesmo, mas o modo apaixonado que ele é escrito, leva o leitor a simplesmente castelos antigos, as embarcações vikings (os navios-dragão), te leva até uma parede de escudos, onde a morte respira o seu ar e te leva a conhece-la de perto...O livro te leva a lugares desconhecidos, onde cada página é algo novo e diferente, onde cada página você sente um bel-prazer nas letras e Bernard Cornwell se mostra um dos melhores escritores da atualidade.


Sem essas viadagens de vampiros brilhantes e menininhas irritantes, e sim uma história pra todas as idades, gostos e sexos, uma história onde as pessoas não tem super-poderes, e a vingança, cobiça, trapaça e crueldade podem ser suas maiores aliadas, um eterno jogo de vida ou morte, como um jogo de tafl (equivalente ao xadrez atual), então, eu recomendo, pode comprar o livro e ler sem medo de errar, porque depois garanto que os fãs da Era Medieval vão me agradecer do fundo do coração


segue a lista das Crônicas Saxônicas:


1 - O último reino
2 - O cavaleiro da morte
3 - Os senhores do norte
4 - A canção da espada
5 - Terra em chamas


Bernard Cornwell também é o autor das trilogias
As crônicas de Artur, A busca do Graal
também é autor da série : As aventuras de Sharpe e outros livros:
O condenado, Stonehenge, Azincourt e O forte


Sinceramente?
Eu estou juntando dinheiro pra comprar todos os livros dele ainda, eu só tenho as Crônicas Saxônicas toda (até agora, espero que ele lance mais um livro ainda dessa série), e já li Azincourt e Stonehenge (peguei-os emprestado) e recomendo todos os livros dele


E sobre a palavra viadagens, eu não tenho nada contra pessoas de sexualidade alternativa, então antes de me chamarem de homofóbico, tentem ler Crepúsculo e vejam se acham boa a série, mas antes vejam todos os filmes de vampiros legais e antigos e depois me digam se aquele Edward Cullen é realmente um vampiro...Antes que alguma fã da série venha querer discutir, eu li sim, toda a série (emprestada também) 

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Poema - Chuva e Neve

Incessante chuva,
Neve branca como os pelos de um lobo,
Lobo este de pelos esbranquiçados que mostra suas garras e dentes,
Garras e dentes estes que são o Inverno,
Este que és rigoroso e arrebatador,
Onde a chuva não para de pertubar,
A neve faz seus ossos congelar,
Onde o frio destrói até o amor,
E você já não sabe o que é dor,
Sangue e trovão se misturam na tempestade,
A morte é iminente,
Dor e sofrimento latente,
Batem a porta da gente,
Destrói nossa mente,
E volta a ser chuva e neve simplesmente...

Poema - O Bardo

Eu sou um Bardo viajante,
Não tenho um rumo constante,
E por mais que o Sol esteja sendo nascente-ao-poente,
Não tenho uma fonte adjacente,
Por mais que um dia o ser humano goste de se estagnar,
Ainda tenho caminhos a trilhar,
Canções a cantar,
E alegria a espalhar,
Por mais que o frio e a solidão possam vir a me aflingir,
A felicidade das canções nunca irão partir,
E quando sozinho você para a floresta ir,
A voz do Bardo você irá ouvir...

O início

Olá meus caros leitores, vocês devem estar se perguntando, o que é um bardo?
pela descrição da wikipédia seria:


"Um bardo, na história antiga da Europa, era uma pessoa encarregada de transmitir as histórias, as lendas e poemas de forma oral, cantando a história de seus povos em poemas recitados. Era simultaneamente músico e poeta e, mais tarde, seria designado de trovador. É a principal raiz da música tradicional irlandesa."


Agora pela descrição de vários amigos meus:


"um vagabundo / um boa-vida que consegue dinheiro fazendo algo idiota / um sanguessuga da sociedade antiga e moderna / um mulherengo desgraçado que aprendeu a tocar só pra conseguir prata e mulheres!"


Na minha concepção, as duas visões estão certas, um bardo é um historiador, um músico, um poeta, um amante das palavras e dos sons, sendo assim, o que eu seria além de um poeta apaixonado? Seria eu um ser humano desgarrado? Um jovem enlouquecido pelo poder das palavras que tanto me seduzem, assim como seduzem outros tantos, as palavras não são minhas amantes únicas, por isso me sinto traído, por vezes infeliz de não te-las e não pode-las expressa-las bem.  


Bem, aqui segue uma lista de tipos de poetas antigos, que me inspiro e tento até imitar:


  • Bardo - o mais comum contador de histórias e músico, surgiu na Europa Medieval.
  • Skald ou Escaldo - era o poeta na era Viking, quase a mesma designação do Bardo, sua origem é Escandinávia e na Islândia.
  • Menestrel - era basicamente mais parecido com o Bardo do que com o Skald que por muitas vezes não tocavam, surgiu na Europa Medieval.
  • Trovador - era o contador de histórias, era acompanhado por instrumentistas, compunha e entoava cantigas, sua origem é do sul da França

Na real mesmo? eram os 4 a mesma coisa, só muda o nome e a origem, mas são a mesma coisa, homens apaixonados pela música e tecelões de palavras
Agora, entedeu um pouco mais sobre a minha história? Sou apenas um Bardo.
Apenas isso.

Minhas postagens serão baseadas em poemas que eu faço, se algum deles que eu fiz, se parecer com o seu poema ou com de algum outro artista, me desculpe, não é a minha intenção (não por vezes), mas a minha intenção é tentar espalhar um pouco de cultura nas gerações modernas onde olham borrões em quadros e acham que é Arte, isso é uma covardia ao uso da palavra Arte e também uma transgressão a própria.
Sim, eu sou radical com a Arte? Sabe porque? Por que ela está morrendo e se fosse aos poucos, até estaria tudo quase bem, mas ela está morrendo aos muitos, este é o problema.

Espero que apreciem os meus poemas e como eu já disse, espero que não se ofendam.