terça-feira, 29 de maio de 2012

Poema - Flor Enferrujada

Pobre flor irreal,
Perdida e sozinha,
Em seu mundo surreal,
Escuro e frio,
Triste e enferrujada,
Manda na sua vida,
Como uma regente embriagada,
Sua luxúria pelo poder,
Fê-la cair,
Nas sombras de sua depressão,
Dentro de um abismo razo,
De luz profunda.
Todos que visitam meu blog, sabem que eu tenho grandes influências dos nórdicos de muito tempo atrás...
Outro dia vagando pela internet achei isso:


Um local onde vc pode escrever seu nome em rúnico!!!
Parece ser bobagem, mas em 2 dias eu aprendi a escrever rúnico fluentemente, tanto quanto o português (é sério)

Bem...
Agora voltei a postar e a deixar de ser tão vadio, vou começar a postar sobre outras coisas, essa foi a primeira delas, e ficará em uma categoria chamada "nordic" (ficará tudo sobre vikings - roupas, poemas, escrita, história, música...), poemas em "poemas" mesmo, jogos em "jogos", livros em "livros" e filmes em...bem..."filmes" rsrs...

Agora eu ei de me despedir de vocês para depois postar um pouco mais :)
EM BREVE, terá uma revisão sobre a série de livros do "O Guia do Mochileiro das Galáxias"
então, até logo :)

Poema - Relógio

Pobre relógio,
Triste e parado,
Perdido no tempo,
Estagnado,
Não se mexe,
Não está morto,
Só chateado com o tempo,
Oh! Quanto sofrimento!
Pobre relógio triste e parado,
Espere...
Só está sem bateria.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Poema - Flores

Flores secando,
E eu vendo as pessoas passando,
Parado sozinho,
Num mundo vazio,
Chorando em vão,
Só com a minha solidão,
Porque as flores não vivem para sempre?

Poema - Flor

Receba esta flor,
Que a morte me passou,
Depois fugiu pela pelos céus,
Imprimindo a escuridão de minha alma.
A flor secou e morreu,
Assim como nosso amor.

Poema - O Nobre Vadio

Como o mais nobre vadio,
Arrasto-me pelas bordas das sombras,
Como um ser noturno afugentado,
Eu, que sou ser que produzo minha morte,
Eu, que sou um ser incoerente,
Brinco com a sorte da superfície humana de minha condição,
Banco novamente o vadio,
Até me mostrares o mais puro coração corrompido,
Oh, desgraça que aflige a noite,
Luz rara, débil de profundidade,
Eu nunca te perdi,
Mas eu sinto tua falta,
Mesmo que nunca a tivesse tido,
Com isso lido,
E sigo meu rumo enfim.