O Bardo da Tempestade
terça-feira, 29 de maio de 2012
Poema - Relógio
Pobre relógio,
Triste e parado,
Perdido no tempo,
Estagnado,
Não se mexe,
Não está morto,
Só chateado com o tempo,
Oh! Quanto sofrimento!
Pobre relógio triste e parado,
Espere...
Só está sem bateria.
Um comentário:
Gabriela Serrano
10 de março de 2013 às 21:35
O que MATOU o poema... foi o último verso. u.u'
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O que MATOU o poema... foi o último verso. u.u'
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